domingo, 21 de fevereiro de 2010

Início

Como sempre, minha vida está começando a mudar, novamente. O luar do sol não é nada sem vc. Meu dia pode ser perfeito, a menos que eu esteja com vc. Poucas qualidades em vc me atrai, a melhor foi o seu olhar fixo e verdadeiro no meu. Hj é dia de poema pessoal, rs. Bom.. devo alertá-los de que essa semana, eu não irei postar no blog pois minhas aulas irão começar nessa semana.. e assim, a mãe não deixa eu ficar no pc. x.x' Enfim.. tentarei sempre postar aqui..
Apropósito.. como minhas aulas irão começar.. iremos ver se desta vez, algo bom acontece na minha vida.. Estou louco para conehcer os novos alunos... Pelo mais incrível que pareça.. ainda não decidi o que usar essa semana.. =/
Bom, é issso ai gente.. Amo muito vcs! té mais s2

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Olá amigos! Desculpa não ter postado aqui! é que a mãe me obrigou a ficar saindo por ai! Viajar e tal! Mas pelo menos, pude conhecer uma garota super dez! A Nay! Ela é minha amiga agora! xD Porém.. nós temos uma forte ligação que nos une.. A nossa amizade e nosso amor! xD Mas enfim.. Minha semana de carnaval está sendo legalzinha.. Apezar de que não gostar dele. rs. Pude conhecer e ter novas experiencias com pessoas diferentes.. Conhecer e visualisar histórias diferentes. Bom.. Nesses dias eu e minha familia da parte da minha mãe viajamos para longe.. O nome nao me vem a cabeça agora! =* Só sei que fui pra depois de Muriqui! Também revi a tia Wanessa! Tava com saudades dela! *-* E agora.. com a minha nova amiga.. vou poder conhecer uma certa pessoinha ai, rs. Nada de escanda-lo u.u' Ahh! Tenho que avisar de que estou completamente queimado x.x' Mas já estou melhor! Amanheci hj pensando em fazer sexo O.õ Que loucura nao?! Mas td bem.. rs. espero que todos os leitores deste blog estejam se divertindo e com saudades de mim! *--* xD


Bjs, toh indo pessoal!!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A Saída de Domingo



O dia anterior foi como qualquer outro, porém, desta vez foi um pouco mais divertido. Meu domingo foi fantástico, porém, teve falta da presença de uma pessoa. Juh. Ç.Ç Sal, Ana Paula e eu ficamos rodando pelo Shop até a hora de achar o resto do povo. Enquanto estavamos conversando por ai, eu e Sal ficamso tirando várias fotos, fomos também até o Magic Games e passamos para o segundo nível do jogo de dança. Foi irado véyo, xD.

Enquanto isso, a Ana apenas tirava foto da gente, rs. Coitadinha, rs. Fomos até a Loja Americanas para comprar refri pra gente, e quando Sal se deparava com a seção de bichinhos de pelúcia, ela pedia para tirar uma foto. Eu e ela tiramos várias fotos com os bichos. Foi até um pouco ridículo e criança, mas queriamos reviver o tempo perdido. HAHAHAH'. Pra mim, o tempo que já se passou a séculos, rs. Ana só ria da gente. Enquanto compravamos os refris e ao sair da Loja, Paulo teria ligado para o celular da Antonia e avisado que estaria em frente a Renner. Fomos até ele, porém, ele não estava lá. Ficamos putos, é claro. Rodamos o Shop mais de cinco mil vezes atrás dele, e nada. Quando n´so subiamos a escada rolante, encrontavamos com a Bell's. Comprimentavamos ela. E continuamos a procurar pelo povo. O dia foi divertido depois que todos estavam presentes. Ahh!! Sem mencionar que encontrei com uma amiga da F.O, Bruna Duarte. Cara, que hilário. Tinhamos marcado pra saírmos no dia anterior, mas melou tudo. E no dia seguinte nos encontramos.. Destino? Talvez. Rs Ela estava acompanhada da mãe dela, então, não dei muita tenção e não puxei muito papo com ela. Quando o povo se reuniu todo, foi melhor. Teria ficado Diih, Mari, Bell's, Sal, Ana Paula, Any, Paulo, Vini e eu. Porém, Ana tinha que tar em casa 22:00 e tivemos que leva-la em casa. Então, eu, Sal, Mari e Any a levamos. Andamos pra cacete mas a levamos, rs. Então, ao voltarmos pro Shop, decidimos ficar na 28 de setembro, mas eu estava com um péssimo presentimento, então fui pra casa tbm. Ao chegar lá, recebi uma bronca da minha mãe, ¬¬' Affê. Mas foi isso ai povo. Até a próxima.

sábado, 6 de fevereiro de 2010


Com tais acontecimentos, eu tive que impor todas minhas caracteristicas verdadeiras e falar a verdade. Mas para não machucar meus parentes, eu pelo menos, dei uma pequena aliviada nessa história. Hoje, eu vivo com minha mãe em completa harmonia. Meu pai me ignora mas eu tbm faço isso, rs. Quero mais é viver. Ontem, eu fui no niver da juh, e foi ótimo! Bebi e conversei com meus amigos, rs. Juh, vc me paga. Enquanto fazíamos brigadeiro, ela deixou o plástico tocar na forma de chocolate gostosa, e ela pediu pra eu lamber o saco, rs. Eu lambi, mas queimei minha língua! ç.ç Ela me paga, rs. Bom, eu acho que não teve de de+. Meu dia foi ótimo. Espero poder contar com vcs da próxima vez, rs.

A verdade

Com o meu namoro atual, eu estaria alegre, porém, não era bem aquilo que eu esperava. Não era meu sonho perfeito namorar um garoto que eu mal conhecia logo de cara, isso era bizarro. Mas eu assenti. Com isso, meu pai mandava eu ir pra frente do Shop para que ele me apanhasse e me levasse pra casa. Sendo assim, eu fiz. Enquanto ele tagarelava com minha madrasta no carro, eu só ia escutando. Miinha mãe já estava ciente de que eu estaria indo pra casa do meu pai. O tempo se passou, o final do ano chegou. O resultado de minhas notas foram ótimas. Eu teria passado de ano direto. Ainda bem. Eu logo fui para o pátio telefonar para meu pai. Assim como sempre, ele não levou a informação muito alegre. A recebeu fria. Não liguei muito. A parti dali, um próximo ano começaria. As aulas por fim, terminavam e com isso, meu namoro tbm. Não ligando muito, as péssimas notícias vinham agora. Allyne teria que sair da escola, ela iria cursar o 1º Ano. Eu não gostei da idéia,mas ela tah fazendo o futuro dela. E eu tenho que fazer o meu. Assim, eu só ficava dentro de casa e fazendo tudo a mesma coisa. Saindo aos sábado com os meus amigos do Clã Iwuk, que atualmente, eu tbm era um participante. Conversando com minha mãe e com meu pai. Nada mudou. Chegou um certo dia, que uma carta minha, que teria uma conversa com um amigo meu dizendo sobre outro garoto, foi parar nas mãos do meu pai. Ela estaria no meu quarda-roupa. Uma invasão particular. Ele a leu, mas não por completo, não teria conseguido. E logo veio aquele bafafá todo. Eu teria que dizer a verdade ali e agora. Cesar teria ido conversar com meu pai, e eu com minha madrasta. Ali, dos quatro, o mundo se dividiu. da parte do meu pai, ninguém aceitou e da parte da minha mãe, aceitaram.Eu disse para minha mãe e para meu padrasto que eu era bi, porém, eu sabia que eu não seria fácil. Aquela noite teria sido bastante confunsa pra mim. Uma hora, eu seria hetero para todos. Vivia com uma vida dupla. E outra hora não teria mais essa vida. Minha mãe insistiu de eu fazer psicologia. Eu estou levando numa boa isso.. Mas me sinto mais aliviado. Óbvio que não contei tudo sobre minha vida pra ela. O seu último desejo foi que eu contasse tudo pra ela, que não houvesse mais mentira entre nós. No dia seguinte, minha mãe teria se esquecido de tudo isso.. Nao sabia que eu era bi, porém, meu padrasto sabe ainda. Meu pai continua me rejeitando, mas eu vou seguir minha vida. Vou segui em frente e ser feliz, sem ele. Estou fazendo amizades novas, legais e interessantes. E assim espero que continue. ^^ Da próxima, eu conto o que está ocorrendo atualmente. Bjs

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O Convite

Enquanto eu tomava meu banho para esquecer tudo isso sobre o Clã, por mais que eu quisesse,não conseguia. A curiosidade para saber sobre tal era grande. Meus nervos não conseguiam me obedecer. Isso me preocupava. Ao terminar meu banho, colocava minha roupa para dormi e ia escovar meu dentes, e em seguida, me deitar. Minutos se passavam mas eu ainda não teria caído no sono. A preocupação e curiosidade em correlação ao Clã era extrema. Horas se passavam e enfim, eu dormi. Foi ai então, que eu sonhei. Meu sonho foi um tipo de aviso. "Aceite" Apenas era a palavra que se passava por ele. Após o amanhecer, eu acordava tarde, era Domingo, chovia pouco, mas o bastante para deixar o tempo fresco. Não sou muito fã de calor, então preferia mil vezes a chuva do que o Sol. O dia ali, pra mim já estaria sendo perfeito logo de manhã. O Domingo foi completamente normal, assim como outros. Ao chegar segunda, eu teria que ir para a escola, e logo de cara, enquanto eu cruzava os portões dela, eu teria me encontrado com ela, Allyne. Ela sorria mais uma vez pra mim enquanto me comprimentava:

- Bom dia Denny! Chegou cedo em!

- Oii Allyne, bom dia. Por ai, não tenho nada pra fazer em casa, a não ser o computador, rs.- Sorria pra ela.

Ela logo ria junto comigo enquanto entravamos na escola. Assim, nós dois se sentávamos na arquibancada da quadra e logo conversamos normalmente, assim como um dia qualquer. Até então que, eu resolvi por fim, contar sobre a saída e sobre o Clã. Ela me disse todas as denominações dele e tudo o que eles faziam. Magia das trevas e do bem. Cada um poderia seguir seu caminho. Eu teria que escolher? Não seria aleatório? Isso era algo realmente complicado pra mim. Franzi a testa. Ela teria me perguntado se eu teria medo de fazer a escolha, e eu disse que sim. Porém, em minha mente, o bem vence. rs. Assim como nos filmes. ¬¬' Mas, meu estilo de vida sempre foi escolher o mal. Minhas escolhas eram sempre decisivas; acho que nesse aspecto, eu estava correto. Assim então, Daniel veio até mim, outro amigo do Clã, Primeiramente comprimentava Allyne e sem seguida, a mim. Conversávamos até o sinal bater e por fim, caminhávamos em direcção a porta.o Dia de aula se passava normal. Não teria o que reclamar. Enquanto eu ia até o banheiro no intervalo, eu teria topado com Talita, minha super amiga até hoje. Ela veio me abraçando enquanto dizia que estava morrendo de saudades. Ela vinha com a péssima notícia de que ela no final do ano iria para a Bahia. Algo realmente bizarro. Muitos que eu conheci, não aceitaram a ideia, porém, ela é dona do próprio nariz, então.. ela sabe o que faz. Enquanto eu voltava para a sala, eu vinha pensando sobre o Clã. Sobre as magia e tudo mais. Sem notar que, a minha esquerda, Dirlan estaria ali comigo, abraçado de lado enquanto andávamos juntos. Dirlan estaria estranho, mais carinhoso e mais próximo de mim. Talvez, o tempo que eu tenha passado longe, fez mexer com ele. Mas eu gostava. O abraço dele estaria confortável, e isso era bom.. eu acho. Enquanto andávamos pra sala, eu conversava com ele sobre o final de semana, e eu só ouvia ele rir dizendo "Que legal!" e seu sorriso se espalhava pelo lugar. Eu sorria de vez enquanto com ele. Enquanto chegávamos a sala , eu ia em direcção a minha carteira, despejando minha mochila e mais o fixá rio. Ele se dirigia em direcção ao meu lado, e assim, se sentando na carteira ao lado. Eu, assustado, logo perguntava:

- Garoto, o que ta fazendo?--- Olhava pra ele de olhos arregalados.

- Não posso mais sentar perto de você? Eu quero, euew. hehe'---Sorria.

Assenti, não levei muito a sério esse lado. Se ele queria sentar ali, tudo bem. Problema é dele. Não sou pai e nem mãe dele para questionar o que ele faz ou deixa de fazer. Só tenho que aceitar.A aula corria. O dia também, junto com a semana. Final de semana, sábado, Sal teria me chamado mais uma vez pra sair com eles. Eu aceitei. Enquanto conversávamos no banco do Tijolinho, Diih me chamava para fazer parte do Clã, O convite contestador. Revirei os olhos. Logo, vinha com minha resposta." Sim" Ele riu e logo continuamos com a conversa animadora. Após isso, dois integrantes chegavam. Estes eram Barbara e Ronald. A Barbara eu já conhecia, o Ronald não. Eles estaria na sala de cinema, vendo um filme, óbviamente. rs Conversamos todos nós. Foi dai então que.. Diih teria dado a idéia da fazer a suruba. Estavamos esperando apenas o Daniel. Ali, todos iriam ficar uns com outros. Meninos com meninos e meninas com meninas, ou o inverso. Ali, todos eram bi's, tirando a Sal. Ela estaria com seu Namorado na época, Morango. No final das contas, Daniel Chegou e partimos para as escadas perto do IGuatemi. Lá, eu teria ficado com o Ronald, algo imprudente, mas bom. Logo mais, após encerrar tudo aquilo, o mesmo vinha com o convite de namoro a mim. Aceitei. acho que fiz a escolha certa. Meu celular tocava, era meu pai. Enquanto Mari espalhava pra todos ali presente que eu e Ronald estariamos namorando, eu covnersava com meu pai para ele me dar mais tempo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A descoberta

Com a minha volta, as coisas pareciam um tanto que confusas. A escola ainda estaria ali, porém, eu estava por fora das notícias. As expectativas de minha vida continuar mudando era de 100%. . Mesmo assim, eu ainda me sentia sozinho e sem um propósito para viver. Ao estar de volta a escola, eu fui muito bem recebido por todos. A maioria dos meus amigos que gostavam de mim, pareciam que estavam sentindo saudades de mim, acho que isso era bom. @.@ Bom, de fato, eu me senti muito bem. Enquanto eu conversava com a Alynne tudo sobre o que ocorreu, a expressão facial dela parecia modesta e prestativo. Ela estaria prestando muito bem atenção em todas as palavras que eu dizia e tudo que eu dizia. Eu me senti bem por ter uma amiga que pudesse conversar. Nisto, eu terminava por fim, dizendo que tudo ocorreu bem. Ela sorria docemente pra mim. Seu sorriso parecia iluminado por Deus. No dia seguinte, enquanto eu estava em casa, eu estaria dormindo e era umas 07:34 am. Eu levantava de susto e corria pro meu quarto. Minha mãe estaria na sala e se assustava enquanto perguntava o que se passava. Eu dizia que eu tava atrasado pra escola. Ela riu. Disse-me que hoje era sábado. parece que a rotina de ir pra escola estaria um tanto descontrolada. Eu passei três meses fora que até batia saudades dela, algo que nunca ocorrera. Assenti. Suspirava de alívio enquanto abria um sorriso logo em seguida. Meu mundo estava muito complicado. O Final de semana seria como qualquer outro, até que, uma pessoa em meu orkut vinha me ad² , Sal, ela vinha pedindo para eu aceita-la e logo perguntando se eu tinha algo pra fazer no próximo final de semana. Eu a respondi que não, como sempre. Por sua vez, ela teria me chamado pra sair com os amigos dela pro Iguatemi. Eu aceitei o convite e logo ela me pediu meu msn, conversamos o dia todo, e eu achei ela legal. A primeira que eu conheci. Logo chegando no final de semana desejado, eu ficava ansioso para que aquilo tudo ocorre-se. Na semana que teria passado, eu conheci outro garoto, irmão da Sal, ele se chama DIih, um garoto bastante legal, moreno, alto, olhos castanhos escuros com um cabelo na moda. Mais velho ele era. Mais velho que eu. Sendo assim, eu marquei com o Diih de nos encontrarmos em frente a banca de jornal que teria na segunda entrada do Shopping. Eu ficava a sua espera. Esperava..E esperava.. Mas nada do Diih! Cheguei a achar que ele não iria me encontrar ali, achei que eles teriam me achado fútil e ridículo para andar com eles. Quando eu teria dado um passo para ir embora pra casa, um garota, baixa, de blusa rosa forte, cabelos longos e morena também vinha falar comigo. Esta era Mariana. Ela chegava em mim e perguntava:
- Olá, você é o Denny?
- Sim, sou eu, por que?-franzia a testa.
- Ahhh ta. Vem comigo, o povo ta te esperando na casa da Juh!-saia andando.
Sem dúvidas, o que eu teria pensado era ridículo. Mas eles foram lá mesmo. Porém, eu tive o meu momento bizarro. Enquanto eu e a Mari andávamos em direção a casa da Juh, eu ficava dizendo que eu iria matar o Diih, agindo como uma criança. rs
Mas fiquei feliz por aquilo, me senti feliz. Ao chegarmos na casa da Juh, eu fui conhecendo um por cada vez. Primeiro, de vista, logo visualizei primeiro a Sal. Baixinha de cabelos curtos, branca, menos branca que eu. Eu ali, me sentia um vampiro, rs.
A saída foi ótima. Após sairmos da casa da Juh, fomos pro Shop, e lá, começamos a encontrar os amigos dela. Em seguida, fomos para o Tijolinho. Onde a maioria dos casais iam. Ficamos lá, conversamos e só. Foi divertido. Foi então, que eu descobri algo bastante importante sobre eles. O Clã Iwuk. Após tal saída, eu teria voltado pra casa sorrindo. E logo chegando em casa, meu padrasto estaria deitado na cama com minha mãe, vendo TV. Eu chegava em silêncio e ia tomar meu rumo, ou seja, tomar meu banho. Enquanto fazia isso, eu ficava pensando em tudo e o que todos teriam me dito. A convecção do Clã seria ótima. Eu gostaria de adentrar dentro dele. Porém, tinha um certo receio. Assim, eu tomei coragem e esqueci de tudo isso.

A fronteira


As aulas teriam um novo sentido pra mim após alguns meses. Agosto, dia 17. Eu estava na aula de Geografia com o prof André. Prestando atenção na aula como sempre, porém, algo teria de tenso ali. O prof sempre suado e explicando sobre sua matéria, e eu prestando atenção junto com algumas garotas e dois amigos meus. João Victor e Alexandro. Eles não eram os únicos a serem meus amigos, havia outros, Pedro, Dirlan, Gabriel castro eram alguns deles. Bom, pelo menos, os que eu mais falava na sala. O meu único refúgio de casa era ali, a escola. Então, sendo assim, o dia passou rapidamente novamente. Não me importava muito. Meus interesses estavam além daquela fronteira. Então, eu só esperava que o ano corresse e passase rápido, até que chegasse em 2010. Em junho, enquanto eeu estava andando pelas ruias, escutando música no meu celular, e ela era Paramore- Crush Crush Crush. Eu andava olhando pro nada, pensando em como compor uma nova musica, pois em julho, meu aniversário estaria pra ganhar uma Guitarra. Então, enquanto pensanva em um tipo de compossição, Sem notar, eu já estaria um passo da calçada pra rua. O sinal estaria aberto. Porém, nenhum carro estaria ali. Em minha vista claro, rs. Então, quanto menos eu esperava, um carro, surgindo do nada, teria me atropelado, e assim, me jogando uns 3 metros de distância. Eu teria desmaiado por alguns minutos, em minha cabeça, teria se passado apenas 2 minutos. Acordado, a única coisa que eu sentia era o chão gelado e a chuva caindo em meu rosto. Eu olhava pros lados e via ruas, porém, estaria tudo tão pequeno. Eu estaria deitado no chão, quando me dei por si, eu tinha fraturado a perna. O motorista parava com o carro na calçada e logo descia do veículo. Foi ai então, que eu descobri que era uma senhora que estaria dirigindo. Esta, por sua vez, teria ficado desesperada enquanto eu pedia para alguém me ajudar a levantar, e eu teria dito que minha perna estaria quebrada. O impacto foi fraco, ela não estaria correndo muito. Porém, o suficiente para me machucar. A parte esquerda de meu corpo foi protegida pela minha mochila. Se não fosse por ela naquele momento, eu poderia ter morrido. Eu tentava ligar para Cesar, meu padrasto, mas ele não atendia, até que, quando ele atendeu, eu estaria prestes a dar a notícia a ele. Sem nervorsismo, ele entendeu pacientemente e me escutou até o final, sem dizer nada. Por fim, eu dizia:" Não conte pra minha mãe cesar. Eu não quero ela desesperada por causa minha. Eu estou indo pro hospital de Andaraí, então, já sabe onde me encontrar." Eu só ouvia ele dizer que tudo bem e perguntar se eu estava bem. òbviamente vindo dele. Ele se preocupa comigo como se eu fosse filho dele. Enquanto eu era levado na ambulância, a moça que estaria ao meu lado, tomando conta de mim, me perguntava e via se meu pulso estaria instável e se eu estaria com algum tipo de derrame. Ela me perguntava se eu era alérgico a alguma injeção. Apenar de eu não gostar dela, aquele momento não era particular, e sim de emergencia. Eu teria dito que não, então, ele logo teria me aplicado a injeção. Ao certo, eu não sabia o que ela estaria fazendo, mas como ela é a proficional, não liguei muito. Após algumas horas, Eu estava numa sala, deitado na maca a espera de Cesar. Enquanto ele chega, eu já estaria tendo uma previssão do futuro. Repetir de ano, sem meu PS3. A possibilidade de eu conseguir voltar a estudar rápido era pouca. 40% eu digo. Então, apesar disso tudo, após três meses eu já estava de volta a tiva. Eu estaria andando normalmente novamente, porém, um tanto que descontrolado. Até que então, antes de eu retirar o gesso, descidi tirar uma dele, como recordação. Agora, a fronteira que eu deveria ter que passar, seria os estudos rápidos e forçados.

O dia do amanhecer

Um dia assim como outros, porém, tudo muda. Desde que eu fiz meus 12 anos, minha vida mudou. Para bem? Talvez. Passei a conhecer o mundo de uma maneira nova, e livre. Porém, até onde esse meu livre poderia chegar? Hoje em dia eu sei. rs

Eu tinha toda a certeza de que um dia, eu poderia mudar. Mas, mudar para o que? Para o bom ou para o mal? Isso não importa mais, hoje, acho que mudei bastante. 2009, começo de ano, Janeiro. Este ano parecia que não teria sentido pra mim. Após eu ter saído de minha ex escola, eu pensei que aquele seria o fim do mundo, mas, ainda sim, vez em quando, eu penso assim. Janeiro estaria começando a correr atrás de material enquanto minha mãe me dava sermões sobre passar ou não de ano e tal. Coisa de mãe's que se preocupam. Teria comprado meu fichario mais as folhas, pra ser mais direto, comprei tudo que era necessário. Aquela tarde teria passado rápida e desgastante assim como qualquer outra. Não teria motivos para ser um dia diferente. A noite, por volta de umas 00:50 pm eu estaria no pc, conversando com meus amigos antigos como sempre, sobre as mesmas coisas e vendo como as férias de todos. Todos teriam viajado e passado com sua família, porém, teve aqueles que passaram com seus namorados e namoradas. Algo que eu gostaria de fazer. Bom... todas as pessoas gostam de sair para beijar na boca, quem não gosta, é uma pessoa bizarra e quadrada. ¬¬'

A
ssim, de fato eu fui. Passei carnaval com minha mãe, meu padrasto e com minhas duas primas, Carla e Thaisa. Não podemos se dizer que foi uma daquelas maravilhas de carnaval, afinal, eu nunca fui chegado a ele, mas foi bom.Ter passado esse tempo com minhas primas mais velhas me fez amadurecer mais rápido do que o normal. O carnaval parecia que não passava, eu já estaria ficando intediado enquanto a isso. Eu poderia muito bem já está estudando para conhecer pessoas novas ao invés de estar ali. Esse era meu desejo naquele momento. Com a demora recente do carnaval, eu já estaria um dia antes das aulas começarem. Deitado na minha cama, se passava mil coisas pela minha cabeça em correlação à school. O que o povo iria achar de mim? O que eu deveria fazer para ser algum tipo de pessoa popular. Popularidade era algo que eu no passado, detestava, mas quando comecei a crescer, eu passei a aprecia-la. Eu estava com 13 anos em 2009. Meu aniversário não era e não é muito importante. Sendo assim, eu peguei no sono repentinamente. Durmindo enquanto sonhava, eu ainda ficava nervoso e ancioso para as aulas. O dia amanheceu e meu dispertador tocava. Enquanto eu me preparava para ir até ela, eu ainda teria os pensamentos de como agir naquele dia. Agir normamlmente ou ser outra pessoa? Mentir para um monte de gente e ser o que eu não sou? Acho que isso não seria justo. Então assim eu fiz, agi normalmente. Fui para ela, conheci vários amigos que marcaram minha vida,e que hoje, eu ando com eles. Breve, me chamaram para fazer parte do Clã Iwuk, e assim eu aceitei. Saindo, me divertindo, me conhecendo e conhecendo o povo melhor, eu me sinti alegre, feliz. Uma emoção bizarra. Mas acho que ao invez de ser chato e esperto entre ser feliz e bizarro, prefiro ser feliz e bizarro. =) Bom, isso é tudo, mais tarde eu posto povo. Bye! Kissus! (l)