
As aulas teriam um novo sentido pra mim após alguns meses. Agosto, dia 17. Eu estava na aula de Geografia com o prof André. Prestando atenção na aula como sempre, porém, algo teria de tenso ali. O prof sempre suado e explicando sobre sua matéria, e eu prestando atenção junto com algumas garotas e dois amigos meus. João Victor e Alexandro. Eles não eram os únicos a serem meus amigos, havia outros, Pedro, Dirlan, Gabriel castro eram alguns deles. Bom, pelo menos, os que eu mais falava na sala. O meu único refúgio de casa era ali, a escola. Então, sendo assim, o dia passou rapidamente novamente. Não me importava muito. Meus interesses estavam além daquela fronteira. Então, eu só esperava que o ano corresse e passase rápido, até que chegasse em 2010. Em junho, enquanto eeu estava andando pelas ruias, escutando música no meu celular, e ela era Paramore- Crush Crush Crush. Eu andava olhando pro nada, pensando em como compor uma nova musica, pois em julho, meu aniversário estaria pra ganhar uma Guitarra. Então, enquanto pensanva em um tipo de compossição, Sem notar, eu já estaria um passo da calçada pra rua. O sinal estaria aberto. Porém, nenhum carro estaria ali. Em minha vista claro, rs. Então, quanto menos eu esperava, um carro, surgindo do nada, teria me atropelado, e assim, me jogando uns 3 metros de distância. Eu teria desmaiado por alguns minutos, em minha cabeça, teria se passado apenas 2 minutos. Acordado, a única coisa que eu sentia era o chão gelado e a chuva caindo em meu rosto. Eu olhava pros lados e via ruas, porém, estaria tudo tão pequeno. Eu estaria deitado no chão, quando me dei por si, eu tinha fraturado a perna. O motorista parava com o carro na calçada e logo descia do veículo. Foi ai então, que eu descobri que era uma senhora que estaria dirigindo. Esta, por sua vez, teria ficado desesperada enquanto eu pedia para alguém me ajudar a levantar, e eu teria dito que minha perna estaria quebrada. O impacto foi fraco, ela não estaria correndo muito. Porém, o suficiente para me machucar. A parte esquerda de meu corpo foi protegida pela minha mochila. Se não fosse por ela naquele momento, eu poderia ter morrido. Eu tentava ligar para Cesar, meu padrasto, mas ele não atendia, até que, quando ele atendeu, eu estaria prestes a dar a notícia a ele. Sem nervorsismo, ele entendeu pacientemente e me escutou até o final, sem dizer nada. Por fim, eu dizia:" Não conte pra minha mãe cesar. Eu não quero ela desesperada por causa minha. Eu estou indo pro hospital de Andaraí, então, já sabe onde me encontrar." Eu só ouvia ele dizer que tudo bem e perguntar se eu estava bem. òbviamente vindo dele. Ele se preocupa comigo como se eu fosse filho dele. Enquanto eu era levado na ambulância, a moça que estaria ao meu lado, tomando conta de mim, me perguntava e via se meu pulso estaria instável e se eu estaria com algum tipo de derrame. Ela me perguntava se eu era alérgico a alguma injeção. Apenar de eu não gostar dela, aquele momento não era particular, e sim de emergencia. Eu teria dito que não, então, ele logo teria me aplicado a injeção. Ao certo, eu não sabia o que ela estaria fazendo, mas como ela é a proficional, não liguei muito. Após algumas horas, Eu estava numa sala, deitado na maca a espera de Cesar. Enquanto ele chega, eu já estaria tendo uma previssão do futuro. Repetir de ano, sem meu PS3. A possibilidade de eu conseguir voltar a estudar rápido era pouca. 40% eu digo. Então, apesar disso tudo, após três meses eu já estava de volta a tiva. Eu estaria andando normalmente novamente, porém, um tanto que descontrolado. Até que então, antes de eu retirar o gesso, descidi tirar uma dele, como recordação. Agora, a fronteira que eu deveria ter que passar, seria os estudos rápidos e forçados.
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